13/03/2010 - NotÃcia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br à s 08:33 hs.
Com o crescimento da economia brasileira, cerca de 18,6 milhões de trabalhadores devem ser contratados ao longo de 2010 em todo o Brasil. Os dados foram divulgados pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).
Ainda neste mesmo ano, o IPEA estima que 653 mil pessoas qualificadas e com experiência profissional devem ficar sem uma vaga.
Então, o que o candidato deve fazer para ser um diferencial no mercado e ser bem sucedido?
Primeiro é preciso observar que a competição por vagas se dará entre pessoas aptas. É como se os candidatos qualificados para os empregos disponÃveis estivessem alinhados num grid de largada, como numa corrida de fórmula 1. O que definirá o vencedor? A metáfora sugere que muitos fatores podem interferir nessa corrida ao emprego, mas são os detalhes que farão a diferença no final.
Para um candidato a emprego o detalhe pode ser um currÃculo bem feito, focado na qualificação, nos objetivos e resultados que o candidato tenha obtido num emprego anterior e a promessa de repeti-los no próximo. Pode ser uma boa rede de relacionamentos; Pode ser o comportamento esperado na dinâmica de grupo; a revelação de uma personalidade forte e encantadora; a disposição para a iniciativa, colaboração, flexibilidade, criatividade e aprendizagem. Pode ser a boa impressão causada ao apresentar-se para a entrevista: o cumprimento cordial à recepcionista e aos demais presentes, a energia transmitida ao apertar a mão do entrevistador, o olhar firme e atento, o sorriso franco, a aparência saudável e bem cuidada, a roupa adequada, a postura sóbria, o discurso coerente, a atitude, e, claro, o conteúdo requerido. Se o candidato não descuidar desses detalhes, por certo seduzirá recrutadores - sempre à caça de pessoas que possam fazer a diferença numa empresa. (mais…)
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Fonte: Proximus Tecnologia
Historicamente, diversas substâncias têm sido utilizadas na intenção de melhorar o desempenho esportivo. Sofisticados métodos de treinamento têm sido desenvolvidos a fim de aumentar o consumo máximo de oxigênio nas modalidades citadas. O doping sanguÃneo pelo uso da eritropoetina, proibido por federações desportivas internacionais, é um dos que induzem o aumento na capacidade de realização de exercÃcios aeróbios. O sistema respiratório está regularmente envolvido nesta investigação provavelmente devido à sua localização central no corpo com várias conexões para o sistema cardiovascular. O aumento no consumo de oxigênio (VO2) em primeiro lugar depende da ventilação e das trocas respiratórias. Durante este processo, a tendência é que haja um aumento do VO2 máximo e um consequente prolongamento da sua disponibilidade com o objetivo de retardar os efeitos da fadiga.
Conhecida popularmente como EPO, a eritropoetina é um hormônio naturalmente produzido pelos rins e fÃgado (em menor quantidade) que tem como função principal regular a eritropoiese (produção de hemácias), sempre que o organismo exige uma necessidade maior de oxigênio. O desempenho atlético depende do bom funcionamento de vários órgãos, incluindo o sangue (Mercer & Densmore 2005). Gaudard e colegas (2003) descreveram que a oxigenação sanguÃnea é um fator fundamental, porém limitante, para a otimização da atividade muscular. O reforço no fornecimento de oxigênio aos tecidos está associado a uma substancial melhora no desempenho atlético, sobretudo nas modalidades de fundo, como o ciclismo e o atletismo, posto que aumenta o nÃvel de glóbulos vermelhos no sangue, melhorando assim a troca de oxigênio e elevando a resistência ao exercÃcio fÃsico. (mais…)
TURNO NOTURNO
15 de MARÇO (SEGUNDA-FEIRA)
20 horas
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TURNO DIURNO
17 de MARÇO (QUARTA-FEIRA)
10 horas
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Participem com crÃticas e sugestões!
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A COORDENAÇÃO
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Fonte: Veja.com.br
Que a obesidade é um fator de risco para diversas doenças e distúrbios, isso já se sabe. A novidade é um estudo americano que revela que as crianças obesas apresentam, antes dos cinco anos, sinais de que terão
 problemas cardÃacos no futuro. A pesquisa foi realizada pela Escola de Medicina da Universidade de Carolina do Norte.
Para o estudo, foram analisadas 16.000 crianças e adolescentes entre 1 e 17 anos. Desse total, cerca de 70% estavam dentro do peso, 15% estavam acima, 11% eram obesos e 3,5% eram muito obesos.
Durante a pesquisa, os cientistas descobriram que a maioria dos obesos apresentava nÃveis elevados de um marcador de atividade inflamatória - conhecido como proteÃna C-reativa (PCR) - que pode antever o surgimento de uma doença cardÃaca.
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